O Outro Consolador
O espíritusmo declara
O Espiritismo
declara: “... Assim, o Espiritismo realiza o que Jesus disse do
Consolador prometido...” (O Ev. Segundo e Espiritismo).
Diante de tal declaração, torna-se evidente que o Espiritismo procura
basear-se na Bíblia, particularmente nos evangelhos, para confirmar
suas doutrinas. Sabemos que não pode haver duas verdades, assim,
precisamos examinar a Bíblia e o seu contexto para determinar a
verdadeira identidade do “outro Consolador”, pois se o Espiritismo
estiver certo em sua reivindicação, então os evangélicos estão
enganados quando dizem que o outro Consolador é a terceira pessoa da
Santíssima Trindade, o Espírito Santo.
Vejamos então o que
diz a Bíblia.
Veremos três razões para provar que o “outro Consolador” não é o
Espiritismo propagado pelo Kardecismo, a saber:
Primeira: O
Espírito Santo é uma pessoa, por pessoa queremos dizer um ser com
atributos e características pessoais. Ele não é uma falange de
espíritos. O Espírito Santo é Deus, o Deus verdadeiro. A Bíblia mostra
isso claramente. Diante da desonestidade de Ananias, Pedro indaga:
“Ananias, por que encheu Satanás o teu coração, para que mentisse ao
Espírito Santo e retivesse parte do preço da herdade? (...) Não
mentiste aos homens, mas a Deus” (Atos 5:3,4). Como parte integrante
da Trindade, Ele possui todos os atributos próprios da Divindade: é
Onipotente (Jó 26:13; 33:4; Romanos 15:13,19); é Onisciente (I
Coríntios 2:10-11); é Onipresente (Salmos 139:7-10); além de tudo isso
Ele existe desde a eternidade (Hebreus 9:14; Salmos 90:2).
Segunda: A
promessa do Consolador foi cumprida no primeiro século, em Jerusalém,
apenas alguns dias após a Ascensão de Jesus e não no século XIX, na
França, como querem os Espíritas. Disse Jesus: “Todavia, digo-vos a
verdade, convém-vos que eu vá; pois se eu não for, o Ajudador não virá
a vós; mas, se eu for, vo-lo enviarei” (João 16:7). Que o lugar não
seria na França nos foi assegurado pelo discípulo Lucas: “Estando com
eles, ordenou-lhes que não se ausentassem de Jerusalém, mas que
esperassem a promessa do Pai, a qual (disse ele) de mim ouvistes. Mas
recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e ser-me-eis
testemunhas, tanto em Jerusalém, como em toda a Judéia e Samária, e
até os confins da terra” (Atos 1:4,8). Apontando para o cumprimento da
promessa, relata-nos a Bíblia: E todos ficaram cheios do Espírito
Santo, e começaram a falar noutras línguas, conforme o Espírito lhes
concedia que falassem... De sorte que, exaltado pela destra de Deus, e
tendo recebido do Pai a promessa do Espírito Santo, derramou isto que
vós agora vedes e ouvis” (Atos2:4 e 33). O texto é límpido como a mais
limpa água cristalina; “a promessa do consolador foi derramado em
Jerusalém e deu-se o início da Igreja de Cristo”. Esse fato é,
“teologicamente” consumado, o outro Consolador é o Espírito Santo e
Ele já foi derramado. E por causa dele milhares de Espíritas têm se
arrependido e se convertido a verdadeiro evangelho, o de Cristo Jesus,
Aleluia!!!
Terceira: Em suas publicações, Kardec contradiz as escrituras
em vários pontos, fazendo-se um anticristo, por não conhecer a Palavra
de Deus que afirma: “Porque três são os que testificam no céu: o Pai,
a Palavra, e o Espírito Santo; e estes três são um” (I João 5:7).”
Porque já muitos enganadores saíram pelo mundo, os quais não confessam
que Jesus Cristo veio em carne. Tal é o enganador e o anticristo.(II
João 1:7). A Palavra é uma com o Espírito Santo, se as doutrinas
Espíritas fossem inspiradas por Deus estariam de acordo com os
ensinamentos da Bíblia, mas o que acontece é o contrário, por isso
dizemos que Kardec é um anticristo, aliás Kardec não crê que Jesus
veio em carne. De acordo com as doutrinas Kardecistas; os milagres
registrados na Bíblia são apenas fenômenos psíquicos; sobre a
inspiração Divina da Bíblia, Kardec afirma que está cheia de erros;
sobre a Trindade, diz que não pluralidade na divindade; Sobre a
existências de anjos, diabo e demônios, afirma serem espíritos
desencarnados; sobre a Divindade de Jesus, diz que Jesus foi apenas um
médio e uma criatura de Deus como todos os outros; sobre o Espírito
Santo, declara que “é uma falange de espíritos”; Sobre a existência da
vida humana, Kardec diz que existem mundos que são habitados; a
respeito do céu e inferno, declara que não castigo eterno, e a
contemplação de Deus é vista como inútil e estática; a ressurreição
corporal tanto de Jesus como de todos, Kardec afirma que o espírito
não retornará ao mesmo corpo, mas reencarnará em muitos corpos; sobre
a obra de Cristo na cruz, Kardec a desconsidera e diz que o homem
deverá conseguir a sua redenção através de sucessivas reencarnações
aperfeiçoando a si mesmo.
Não há aqui espaço suficiente para analisarmos todos os aspectos, mas
a maior parte das negações das doutrinas bíblicas diz respeito a
Jesus: Sua pessoa e sua obra. Esperamos, sinceramente, que o
verdadeiro Consolador, convença os Kardecistas de que o testemunho do
apóstolo João é verdadeiro, quando disse: No princípio era o Verbo, e
o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus (João 1:1). Este é o
verdadeiro Deus e a vida eterna (I João 5:20). Ninguém jamais viu a
Deus. O Deus unigênito, que está no seio do Pai, esse o deu a conhecer
(João 1:18). Este mesmo Deus, vendo o homem no lamaçal do pecado,
condenado à punição eterna, amou de tal maneira que veio à terra
expiar os nossos pecados, uma vez que isso seria impossível ao próprio
homem. Disse o outro Consolador por meio de Paulo: “Pela graça
(bondade imerecida) sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de
vós; é Dom de Deus. Não vem das obras para que ninguém se glorie”
(Efésios 2:8-9). A Bíblia é totalmente contrária a reencarnação e
vidas sucessivas (Hb.9:27). O Deus da Bíblia apresenta algo melhor do
que a reencarnação: Jesus (que morreu em nosso lugar, dando-nos uma
viva esperança: a de vivermos eternamente com Deus no céu, sem pecado,
sem dor, sem morte...). Discordamos veementes, da doutrina Espírita,
com todo o seu dorso de pseudos ensinamentos, que se declara a melhor
religião e a última revelação de Deus, como sendo algo da parte de
Cristo. O povo de Deus sabe que: “SEM JESUS E A SUA PALAVRA NÃO HÁ
SALVAÇÃO”. Podemos ver com os exemplos citados que a “terceira
Revelação”, “o Outro Consolador”, não passam de uma grande fraude, de
uma enorme engodo, pois todas essas doutrinas Espíritas são facilmente
desmanteladas pela verdade de Deus – A Bíblia Sagrada.
Fonte cacp